Pedro Manuel Monteiro Cardoso Rodrigues

( Nasceu em 1946 )
  • compositor
Pedro Manuel Monteiro Cardoso Rodrigues

Cantado e interpretado pelos grandes nomes da música cabo-verdiana, Pedro Rodrigues é dos poetas e compositores mais sublimes que Cabo Verde viu nascer.

Natural da ilha do Fogo, cedo emigrou para Angola, terra que adotou como sua segunda pátria. Aqui fez todo o seu percurso de vida académica, desportiva, social e profissional. Carregar a distância da Mãe-Pátria que para trás tinha deixado, despontou-lhe a genialidade da veia poética que, embora adormecida, inconscientemente herdara do avô, Pedro Monteiro Cardoso.

A base poética das suas músicas, que para o artista é o fator principal para o sucesso de qualquer composição, é a sua vivência. “Grande parte das minhas músicas está relacionada com a minha própria vida, nomeadamente a problemática da emigração, que foi e continua a ser, uma das facetas mais marcantes dos cabo-verdianos”, e conclui, “muitos saíram de Cabo Verde e foram para outros países onde sofreram autenticas situações de escravatura. Talvez por a emigração me ter tocado de forma direta, é um dos temas que mais retrato”.

É a força das suas mensagens que fez com que a sua poesia encontrasse interpretes como Bana, Cesária, Ildo Lobo, Tito Paris, Tonecas Marques entre muitos outros. No entanto, e apesar de se sentir honrado por todos eles, houve um agrupamento que o projetou: os Tubarões. Conforme nos refere “toda a fase inicial da minha carreira devo-a a eles. Tive um grande incentivo do Luís Morais e do Ildo, que sempre me apoiaram a escrever. Durante dois anos, os Tubarões gravaram nove músicas minhas, daí que os considere como os principais impulsionadores da minha carreira”, salienta Pedro Rodrigues.

Em 5 de julho de 2000, a Presidência da República de Cabo Verde condecorou Pedro Rodrigues com a 1ª Classe da Medalha do Vulcão.

Cantado e interpretado pelos grandes nomes da música cabo-verdiana, Pedro Rodrigues é dos poetas e compositores mais sublimes que Cabo Verde viu nascer.

Natural da ilha do Fogo, cedo emigrou para Angola, terra que adotou como sua segunda pátria. Aqui fez todo o seu percurso de vida académica, desportiva, social e profissional. Carregar a distância da Mãe-Pátria que para trás tinha deixado, despontou-lhe a genialidade da veia poética que, embora adormecida, inconscientemente herdara do avô, Pedro Monteiro Cardoso.

A base poética das suas músicas, que para o artista é o fator principal para o sucesso de qualquer composição, é a sua vivência. “Grande parte das minhas músicas está relacionada com a minha própria vida, nomeadamente a problemática da emigração, que foi e continua a ser, uma das facetas mais marcantes dos cabo-verdianos”, e conclui, “muitos saíram de Cabo Verde e foram para outros países onde sofreram autenticas situações de escravatura. Talvez por a emigração me ter tocado de forma direta, é um dos temas que mais retrato”.

É a força das suas mensagens que fez com que a sua poesia encontrasse interpretes como Bana, Cesária, Ildo Lobo, Tito Paris, Tonecas Marques entre muitos outros. No entanto, e apesar de se sentir honrado por todos eles, houve um agrupamento que o projetou: os Tubarões. Conforme nos refere “toda a fase inicial da minha carreira devo-a a eles. Tive um grande incentivo do Luís Morais e do Ildo, que sempre me apoiaram a escrever. Durante dois anos, os Tubarões gravaram nove músicas minhas, daí que os considere como os principais impulsionadores da minha carreira”, salienta Pedro Rodrigues.

Em 5 de julho de 2000, a Presidência da República de Cabo Verde condecorou Pedro Rodrigues com a 1ª Classe da Medalha do Vulcão.

Autoria/Fonte
http://nosgenti.com

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