Caso de cancelamento de voos: Chega o primeiro Boeing, mas as ligações para rota das Américas podem não começar de imediato

O primeiro Boeing 757 da Cabo Verde Airlines já está no país, mas só vai começar a operar mais tarde na linha das Américas – Brasil e EUA – depois de estar certificado pela Agência da Viação Civil Cabo-verdiana e pelas autoridades aeronáuticas brasileiras e norte-americanas. Mesmo assim, o ministro dos Transportes e Economia Marítima, José Gonçalves, que praticamente chorou no último Conselho de Ministros para causa das fortes críticas de colegas sobre «a situação de caos registada ultimamente no sector de transportes aéreos com o cancelamento dos voos», está um pouco mais animado com a chegada do novo aparelho, que acontece dias antes do debate sobre o Estado da Nação.

Segundo operadores da área, é mais provável que sejam retomadas, com o novo Boeing, mais rapidamente as ligações com a europa. “Mas as conexões nas rotas das Américas –Brasil e EUA só acontecerão mais tarde, ou seja depois das autoridades aeronautas desses países terem emitido a competente autorização para a realização dos voos», admite uma fonte da agência de viagens e turismo.

Mesmo assim, o ministro dos Transportes e Economia Marítima, José Gonçalves, que praticamente chorou no último Conselho de Ministros por causa das fortes críticas de colegas sobre «a situação de caos registada ultimamente no sector de transportes aéreos com o cancelamento dos voos», está um pouco mais animado com a chegada do novo aparelho – o único dos vários aviões que tinha anunciado que estavam para chegar ao país. A recepção do novo Boeing aconteceu dias antes do Debate do Estado da Nação, a ser feito na sessão deste mês da Assembleia Nacional.

Entretanto, foi, por volta da 01h20 da madrugada deste sábado, que aterrou no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Cidade da Praia, o novo Boeing 757 da Cabo Verde Airlines. O avião foi pilotado pelo comandante Kitana Cabral. O mesmo irá retomar os voos da Cabo Verde Airlines que foram suspensos desde 2 de Julho, altura em que a transportadora aérea nacional “sofreu uma disrupção dos voos”, de acordo com a direcção da empresa, “por razões alheias à companhia”, gerando o cancelamento de mais de 52 voos e afectando mais de 7.550 passageiros.

Vamos agora esperar para ver o evoluir da situação de caos que ainda se vive no sector de transportes aéreos no país, que está a ter impacto negativo nas Agências de Viagens e Turismo e no transporte de turistas de e para as ilhas.

Fonte: A Semana

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