Cabo Verde recebe mais de 18 mil turistas em três meses

Quase metade dos turistas que chegam ao país prefere a ilha do Sal em relação a qualquer outra, de acordo com os dados do INE cabo-verdiano

Quase metade dos turistas que chegam a Cabo Verde prefere a ilha do Sal em relação a qualquer outra. É o que apontam os dados do movimento de hóspedes publicados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) cabo-verdiano. Só nos primeiros três meses deste ano entraram neste país africano mais 18 mil turistas.

“No primeiro trimestre de 2019, os estabelecimentos hoteleiros acolheram 233.721 hóspedes, uma variação positiva de 8,5%, face ao período homólogo do ano anterior. Em termos absolutos, entraram nos estabelecimentos hoteleiros mais 18.372 turistas do que em igual período do ano transato”, lê-se no documento.

No que toca ao número de hóspedes e de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros do país evoluíram positivamente, respetivamente, 8,5% e 4,5%, face ao mesmo período de 2018, refere o relatório sobre a evolução do Turismo no primeiro trimestre de 2019.

O relatório do INE mostra igualmente que nos primeiros três meses deste ano “o Reino Unido foi o principal país de proveniência de turistas” e que os viajantes britânicos foram também os que permaneceram mais tempo em Cabo Verde, com uma estadia média de 7,5 noites”.

Segundo as estatísticas, a ilha do Sal continua a ser o destino preferido dos turistas que chegam a Cabo Verde, com 45,3% seguido da Boa Vista, com 29,0%, e de Santiago, com 10,6%.

Quanto ao turismo interno, é um setor que continua a ter valores residuais para o setor turístico nacional, segundo o INE, que aponta que apenas 5,9% dos turistas têm nacionalidade cabo-verdiana e em termos de dormidas o número é ainda menor (3,3%).

À semelhança daquilo que tem acontecido nos últimos anos, o principal mercado emissor de turistas foi Reino Unido, com 22,4% do total das entradas. A seguir vêm França, Holanda e Alemanha, responsáveis por 13,3%, 12,6% e 11,5% (pela mesma ordem) do total das entradas, de acordo com o mesmo organismo.

Fonte: Jornal Económico

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