Cabo Verde debate energias renováveis na Macaronésia e África Ocidental

A capital cabo-verdiana acolhe, desde segunda-feira, um seminário Internacional de dois dias sobre o desenvolvimento das energias renováveis na Macaronésia e África Ocidental, regiões de que o arquipélago faz parte, apurou a PANA de fonte segura.

Trata-se de uma iniciativa do Centro para as Energias Renováveis e Eficiência Energética da CEDEAO (ECREEE), em parceria com a Direção Geral de Energia de Cabo Verde e a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).

Participam no encontro mais de 80 pessoas, do setor público e privado de Cabo Verde e dos outros arquipélagos da Macaronésia, bem como representantes de alguns países-membros da CEDEAO e organizações que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento das energias renováveis.

Entre estas últimas, trata-se nomeadamente da Agência Francesa de Desenvolvimento, do ECREEE, da União Europeia (UE), da Agência Internacional das Energias Renováveis, da Cooperação Luxemburguesa de Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial e do Banco Mundial.

Com a realização  deste seminário, os organizadores pretendem proporcionar uma partilha de informações relativas ao desenvolvimento das energias renováveis em Cabo Verde na questão do ambiente interno e externo, a apresentação e discussão de soluções inovadoras para a geração e o armazenamento da eletricidade proveniente de fontes renováveis.

“Também serve como plataforma para a troca de contactos entre os setores públicos e privados nesta área”, diz a organização do evento que espera também acelerar a absorção de tecnologias de energias limpas de baixo custo em ilhas e regiões de caraterísticas similares às de Cabo Verde, e reforçar conhecimentos relacionados com as energias renováveis.

Cabo Verde é apontado, hoje em dia, como um dos países de África onde a energia alternativa, eólica e solar, mais avanços apresenta, tendo atualmente uma taxa de penetração de 25% e que pode vir a  atingir 50% até 2020.

No entanto, os especialistas acreditam que o arquipélago pode vir a atingir a meta 100% de energias limpas no horizonte de 2030.

Fonte: Panapress

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